Bem vindo ao Cinema Vírgula! Com foco principal em notícias e críticas de Cinema e Filmes, este blog também traz informações de Séries de TV, Quadrinhos, Livros, Jogos de Tabuleiro e Videogames. Em resumo, o melhor da Cultura Pop.
terça-feira, 25 de junho de 2024
Especial Michael Jackson 15 anos - Os Jackson Five foram (muito) mais talentosos e famosos do que você se lembra
domingo, 23 de junho de 2024
Crítica - Divertida Mente 2 (2024)
quarta-feira, 19 de junho de 2024
Hoje é o Dia do Cinema Brasileiro! Confira aqui duas dicas do Cinema Vírgula!
19 de Junho! Dia do Cinema Brasileiro! Em 2023 eu expliquei porque comemoramos nosso Cinema nessa data, além de mostrar outras curiosidades.
sábado, 15 de junho de 2024
Crítica Netflix - As Cores do Mal: Vermelho (2024)
sexta-feira, 7 de junho de 2024
Conheça a série de livros A Sétima Torre, a (hoje desconhecida) franquia bancada por George Lucas e que poderia ter sido o novo Star Wars
Um gênio dos cinemas, George Lucas foi muito mais genial para fazer dinheiro, montando sua fortuna principalmente com os mais variados produtos licenciados de suas franquias. Tamanha era a importância dos lucros com brinquedos, roupas, etc, que elas exigiram algum acompanhamento e controle do famoso diretor por toda sua vida. Não à toa que até mesmo para distribuir livros e quadrinhos relativos as suas propriedades intelectuais ele criou uma empresa própria, a Lucas Books (hoje Disney–Lucasfilm Press).
Desde sua fundação, por décadas a Lucas Books somente publicou ou licenciou obras dos mundos de George Lucas, mais notadamente Star Wars e Indiana Jones. Eis então que no final dos anos 90 algo inédito e surpreendente iria acontecer...
O novo Star Wars?
Impressionado pelo livro de fantasia Sabriel, publicado em 1995 pelo autor australiano Garth Nix (que futuramente se tornaria o primeiro livro da franquia The Old Kingdom, série que até hoje continua em andamento), George Lucas resolve contatá-lo para criar uma nova série de fantasia... "uma série de livros que poderia virar uma série de TV ou filmes".
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| Garth Nix |
Quando o primeiro livro da série A Sétima Torre - A Queda - saiu em 2000 pela Lucas Books, ele foi anunciado nos EUA como sendo o primeiro livro de uma nova série infanto-juvenil. A saga completa é composta por 6 livros no total: A Queda (2000), O Castelo (2000), Aenir (2001), Acima do Véu (2001), Em Guerra (2001) e A Grande Pedra Violeta (2001).
Embora a série de livros não tenha sido um fracasso de vendas nos EUA, ela ficou bem longe do sucesso esperado, e talvez por isso nunca ouvi falar de qualquer plano para transportá-la para os cinemas. Mas isto não impediu a editora Nova Fronteira, ao iniciar o lançamento da série de livros aqui no Brasil, a partir de 2002, propagandear os livros como sendo "a série planejada por George Lucas para suceder Star Wars". Na imagem título deste artigo temos duas versões do Vol 1. de A Sétima Torre: à esquerda a versão inicial de 2002, e à direita uma edição mais recente, vários anos depois.
A Sétima Torre - Do que se trata?
Na série conhecemos Tal, um garoto de 11 anos que mora dentro de um gigante castelo de 7 torres. Porém este não é um castelo comum, na verdade, se trata de um mini-mundo fechado que abriga toda uma sociedade dividida em castas, sendo que Tal pertence a uma das classes (torres) mais humildes. Além disto, o castelo está em mundo envolto por um espesso véu, para proteger do seu Sol, o qual supostamente sua luz e calor seriam fortes demais para a vida. Portanto, um dos bens mais valiosos daquele mundo são as Pedras do Sol, pedras mágicas utilizadas para várias utilidades, dentre elas a de aquecer e iluminar.
Outra característica curiosa deste mundo é que ao nascerem, os habitantes do castelo são avaliados e, caso passem por alguns testes, são "escolhidos" e ligados a um ser de sombra, seres estes que são vivos, independentes, e tornam seus companheiros. E Tal foi um destes escolhidos. Quando criança, os habitantes "escolhidos" recebem uma sombra "pequena", que os acompanham até eles chegarem a adolescência. É então que, nesta idade, eles precisam entrar no mundo dos espíritos de nome Aenir, para capturar uma sombra maior, definitiva, que os acompanhará durante toda a vida, até sua morte.
Depois de alguns conflitos, e ainda no primeiro livro, Tal acaba caindo fora do castelo, e é resgatado daquele ambiente escuro e frio por Milla, uma menina pertencente à sociedade dos Homens-do-gelo, universo completamente alheio ao mundo-de-dentro-do-castelo. É então que a jovem dupla se torna os protagonistas desta série de seis livros que é A Sétima Torre.
O Veredito
Já faz mais de 10 anos que li os seis livros de A Sétima Torre, então não consigo lembrar em detalhes o quão bom ele é ou não. Porém, em linhas gerais, lembro que me diverti bastante lendo os livros desta saga, só não gostei tanto do desfecho, que achei um pouco maniqueísta e Deus ex machina, o que aliás, não é incomum nem estranho para se encontrar em livros infanto-juvenil (vide por exemplo a saga Harry Potter). Então, fica o convite para você mesmo ler esta curiosa, interessante e esquecida saga e tirar suas próprias conclusões. Atualmente é possível ler os livros comprando-os usados em sebos e lojas virtuais, ou então, procurando por scans dos mesmos em sites da internet.
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| Verso do Vol. 1 nacional, com direito a "carteirada" de George Lucas |
domingo, 2 de junho de 2024
Curiosidades Cinema Vírgula #022 - Tarantino e os Dublês
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| Thurman e Bell |
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| Zoë em ação... e ação de primeira! |
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| Bruce Lee e Gene LeBell em episódio do seriado Têmpera de Aço (1967) |
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| Sim, hoje parece bizarro, mas no seriado O Besouro Verde (1966-67), Bruce Lee (a dir.) lutava contra o crime como Kato, o ajudante do mascarado Besouro Verde (a esq.) |
domingo, 26 de maio de 2024
Crítica - Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024)
Nove anos depois da estréia de um dos filmes de maior nota aqui em meu blog, Mad Max: Estrada da Fúria (2015), o diretor George Miller retorna com uma prequela do mesmo, Furiosa: Uma Saga Mad Max. Não tivemos a mesma atriz de Furiosa e o ator de Immortan Joe de volta para este filme, porém alguns outros atores retornaram.
Na história, vemos Furiosa ainda criança (Alyla Browne) morando em um local ainda verde e não estragado pela devastação que o planeta se encontra. Porém, quando seu mundo é invadido por alguns motoqueiros da gangue do Dr. Dementus (Chris Hemsworth), ela é capturada e passa a viver com o bando. Mas Dementus quer continuar expandir seus domínios e poder, e posteriormente, seu caminho se encontra com o de Immortan Joe (Lachy Hulme), um líder ainda mais poderoso com ele. Os conflitos entre ambos afetarão diretamente a vida de Furiosa, que acabará presa na Cidadela de Immortan. Depois de algum tempo, e agora adulta, Furiosa (Anya Taylor-Joy) aproveitará tudo o que aprendeu para enfim se vingar de Dementus.
Se nove anos atrás Miller surpreendeu entregando um espetáculo único, agora ele surpreende um pouco ao não nos decepcionar e entregar um filme praticamente tão bom quanto. Fotografia, coreografias, tudo continua extraordinário, e este Furiosa: A Mad Max Saga certamente é outro épico de ação que entra para a história. Porém, ainda assim, comparando com o filme anterior, ele é mais... comportado.
Em Mad Max: Estrada da Fúria temos praticamente duas horas de ação sob quatro rodas e uma trilha sonora muito barulhenta. E em Furiosa: A Mad Max Saga também temos tudo isso, mas não ocupando o filme todo. Claro, novamente temos várias cenas de ação sob rodas de tirar o fôlego, mas agora temos mais história, mais diálogos, mais localidades. E isto aliás é bem surpreendente para mim, que imaginava que não iria ver história nenhuma, já que se fez propaganda que a Furiosa fala apenas 30 vezes no filme todo. Pois é, ela não fala tanto, mas há vários personagens, e vários diálogos.
Em outras palavras agora há mais roteiro, e um pouco menos de ação e barulho. Há momentos em que até não há trilha sonora... uma direção completamente oposta ao filme anterior. E ainda sobre o roteiro, apesar de algumas falhas e clichês, em mais de uma vez ele não seguiu o caminho que eu esperava, me surpreendendo. Outro ponto positivo.
Anya Taylor-Joy ficou muito bem como Furiosa, o que mais uma vez comprova o quão boa e versátil atriz ela é. E outro que vai muito bem é Chris Hemsworth, que com uma prótese no nariz e um sotaque estranho em nenhum momento nos lembra o Thor, mostrando que também é bom ator. Inclusive, recomendo assistirem o filme no idioma original, para ouvirem o sotaque diferente dele.
Se em Mad Max 4 o filme nos mostra como é o mundo apocalíptico dentro da Cidadela, este Furiosa nos mostra como é o mundo fora dela, um filme completando o outro. E se na história anterior tivemos um pouco de crítica social, aqui isto é esquecido, mas pelo menos o personagem de Furiosa é desenvolvido, como se esperaria de um filme leva seu nome.
Para quem ficou encantado anos atrás com Mad Max: Estrada da Fúria, é um deleite constatar que podemos ter agora uma experiência similar. Ainda que Furiosa: A Mad Max Saga seja um pouco inferior ao filme anterior, é um privilégio ter a oportunidade de ver novamente um mundo de Mad Max de George Miller nos cinemas. Nota: 8,0.
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