Filme que estreou mundialmente neste 1º de Abril, A Bolha é uma comédia com elenco numeroso, estrelando dezenas de atores e comediantes famosos, e como se isso já não bastasse a produção ainda acrescenta algumas participações especiais, como a dos atores James McAvoy, Daisy Ridley e John Cena, e o cantor Beck dentre outros.
Bem vindo ao Cinema Vírgula! Com foco principal em notícias e críticas de Cinema e Filmes, este blog também traz informações de Séries de TV, Quadrinhos, Livros, Jogos de Tabuleiro e Videogames. Em resumo, o melhor da Cultura Pop.
terça-feira, 5 de abril de 2022
Dupla Crítica Filmes Netflix - O Projeto Adam (2022) e A Bolha (2022)
Filme que estreou mundialmente neste 1º de Abril, A Bolha é uma comédia com elenco numeroso, estrelando dezenas de atores e comediantes famosos, e como se isso já não bastasse a produção ainda acrescenta algumas participações especiais, como a dos atores James McAvoy, Daisy Ridley e John Cena, e o cantor Beck dentre outros.
sexta-feira, 1 de abril de 2022
Dupla Crítica Filmes Netflix - Sorte de Quem? (2022) e O Páramo (2021)
Filme espanhol de terror que mistura temas como o horror da guerra, terror sobrenatural, paranóia, e as consequências de alimentar seu medo interior. A história nos mostra a família do menino Diego (Asier Flores), que vive com seu pai (Roberto Álamo) e sua mãe (Inma Cuesta) no campo. A história se passa no século XIX, e a família mora isolada de tudo e todos para fugir de qualquer conflito armado.
domingo, 27 de março de 2022
Curiosidades Cinema Vírgula #009 - Tudo sobre a estatueta do Oscar!
Hoje é dia da cerimônia dos Oscars 2022, onde literalmente centenas de pessoas estarão disputando a honra de levar para casa sua cópia da tão sonhada estatueta da foto acima. Momento melhor para aprendermos tudo sobre este tão cobiçado objeto não há, não é mesmo? Então bora conhecer.
- Presente desde a primeira cerimônia, o nome oficial da estatueta é Academy Award of Merit, sendo que seu nome foi oficialmente aceito como Oscar em 1939. Sua imagem foi criada por Cedric Gibbons, então diretor de arte da MGM, e esculpida pelo artista George Stanley.
- O prêmio mede cerca de 34 centímetros de altura e pesa cerca de 3,8 quilos. Desde sua primeira aparição em 1929 ele não sofreu alterações, com exceção de sua base que sofreu leves mudanças de forma e tamanho até 1945, quando se chegou no formato atual.
- A imagem retrata um cavaleiro medieval (que representaria os valores da Indústria do Cinema) empunhando uma espada e em pé sob um rolo de filme com cinco raios. Estes representam os ramos originais da Academia: Atores, Escritores, Diretores, Produtores e Técnicos.
- Em seus primeiros anos, as estátuas eram de bronze sólido e banhadas a ouro, porém logo seu material foi substituído por uma liga de metal banhada a ouro, formato que permaneceu por muitas décadas... até um recente 2016, quando a Academia resolveu retornar o bronze como principal material da estatueta. Curiosidade: durante a Segunda Guerra Mundial a escassez de metais fez com que por três anos os vencedores do Oscar recebessem estatuetas de gesso. Alguns anos após a guerra, a Academia se propôs a trocar as estátuas dos vencedores pelos prêmios de metal banhados a ouro tradicionais.
- Em alguns anos dentro do intervalo entre 1935 e 1961, doze atores receberam o prêmio especial Academy Juvenile Award, ou "Oscar Juvenil", um prêmio honorário a quem "contribuiu excepcionalmente para o cinema com menos de 18 anos". E o vencedor levava para casa uma bizarra estatueta versão miniatura do Oscar!! Dentre os vencedores do prêmio tivemos Shirley Temple, Mickey Rooney e Judy Garland. A foto abaixo mostra Judy segurando sua cópia da estranha premiação, com Mickey Rooney ao seu lado.
- Não há uma explicação oficial do porquê o Oscar tem este nome, embora existam três versões concorrendo. A primeira e mais conhecida vêm de Margaret Herrick, então bibliotecária da Academia, que ao ver a estatueta pela primeira vez disse que ela se parecia com seu "Tio Oscar", um de seus primos. Já a atriz Bette Davis relatou outra história, e em sua versão a estátua ganhou esse nome pois ela a fazia se lembrar de seu marido Harmon Oscar Nelson Jr saindo do banho. Finalmente, o jornalista Sidney Skolsky também diz ser o "criador" do nome Oscar, inspirado em um antigo bordão "Will you have a cigar, Oscar?". Embora seja a versão menos provável das três, o fato é que foi em um artigo de 1934 de Sidney que o termo "Oscar" foi publicado pela primeira vez na história como sinônimo do famoso prêmio da Academia.
- O vencedor do Oscar não pode vender sua estatueta. Ou melhor, pode: a Academia obriga que os vencedores assinem um contrato que exige que eles ofereçam a estatueta à Academia por US$ 1,00 (um dólar!) antes de vendê-la a qualquer outra pessoa. Se você não assinar o acordo, nada de levá-lo pra casa! A regra vale "apenas" para os prêmios a partir de 1950, respeitando a data em que ela entrou em vigor.
- A regra acima foi criada para que não exista um mercado de pessoas lucrando com a premiação, mas ela não impediu a continuação das já existentes (e muitas) transações para as estatuetas anteriores à 1950: o ilusionista David Copperfield por exemplo pagou US$ 232 mil pelo Oscar de Melhor Direção de Casablanca (1944), e 10 anos depois o vendeu por mais de US$ 2 milhões; Michael Jackson comprou o Oscar de Melhor Filme de E o Vento Levou (1939) por US$ 1,5 milhão; infelizmente após sua morte o paradeiro da peça é desconhecido.
- Já Steven Spielberg seguiu o caminho "contrário" deste mercado e em pelo menos três vezes "resgatou" estatuetas antigas em leilões, comprando-as para posteriormente doá-las para a Academia. Ele fez isso com um Oscar de Melhor Ator de Clark Gable (de 1934) e com dois Oscars de Melhor Atriz de Bette Davis, um de 1935 e outro de 1938. O total do dinheiro gasto pelo diretor nestas compras supera um milhão de dólares (e relembro que Bette Davis é justamente uma das três pessoas que dizem ter dado o nome de Oscar à estatueta).
- E a regra "anti-venda" também não impediu o mercado ilegal. A revista Forbes publicou uma matéria em 2006 estimando que cerca de 75 Oscars pós-1950 haviam sido vendidos ilegalmente até então.
- Em 2000, todas as 55 estatuetas encomendadas para o prêmio daquele ano foram roubadas no porto de Los Angeles, antes mesmo de desembarcarem. Dias depois elas foram encontradas abandonadas em uma lixeira próxima.
- O compositor Oscar Hammerstein II foi a primeira pessoa - e até hoje a única - de nome Oscar a receber um prêmio Oscar da Academia. Foram duas vezes, e faz muito tempo! A primeira vez em 1942 e a segunda em 1946.
- E por falar em nomes, sabiam que todos Oscars entregues no palco permanecem totalmente sem nome? Isto é feito para garantir o segredo dos vencedores antes que os apresentadores os revelem de dentro dos envelopes. São criadas as plaquetas para todos os nomes finalistas e, somente após a cerimônia os vencedores pegam sua plaqueta e a colam no seu troféu.
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| Ufa! Enfim acabou! Agora bora assistir o Oscar de hoje! |
sábado, 26 de março de 2022
Crítica - Drive My Car (2021)
sexta-feira, 18 de março de 2022
Crítica - Batman (2022)
domingo, 13 de março de 2022
Crítica - O Beco do Pesadelo (2021)
quinta-feira, 10 de março de 2022
Curiosidades Cinema Vírgula #008 - Entenda porque em Eu Sou a Lenda (filme de 2007) te contaram a história errada!
Tive a idéia de escrever este texto após a surpreendente notícia desta semana, que Will Smith e Michael B. Jordan irão atuar e produzir um novo filme de Eu Sou A Lenda. E tudo que vocês lerão a partir de agora terá grandes spoilers sobre o filme de 2007, portanto, só continue se você já tenha visto o filme antes.
Eu Sou A Lenda é sem dúvida um bom filme de suspense e ação. Mas seu final é bastante controverso (e ruim). Lembrem-se que nele o personagem de Will Smith (Robert Neville) se sacrifica. Então como ele poderá aparecer no novo filme? Seria através de flashbacks? Ou a história se passaria antes do evento do filme original?
Pois saibam que existe a chance de não ser nenhum dos dois: na verdade, este filme de Eu Sou A Lenda possui dois finais. Além do final "oficial" dos Cinemas, há o final alternativo presente no DVD. Nele, Will Smith não morre. Então talvez o novo filme passe a considerar esse final o "verdadeiro"? Daqui uns anos saberemos...
Mas a questão principal é que, independente do final, em nenhum momento do filme há uma explicação do porquê ele se chama Eu Sou A Lenda. Pois bem, no livro de mesmo nome escrito por Richard Matheson em 1954, onde a história é contada originalmente, temos esta resposta de maneira bem explicita.
No livro, o personagem Robert Neville descobre nos capítulos finais que existem dois tipos bem distintos de infectados ("vampiros"): os "vivos" e os "mortos-vivos", sendo que o primeiro grupo ainda é bastante racional e não perdeu sua humanidade; estavam tentando retomar a vida normal e reconstruir a sociedade. E lembrem-se que Neville dedicava a sua vida em matar qualquer tipo de vampiro (mas sem saber distinguir ou ter consciência da diferença entre eles).
Pouco antes de morrer - sim, no livro Neville também morre - o protagonista avalia sua vida e conclui que para os infectados "vivos", ele - Neville - era um monstro; algo que os matava durante a noite enquanto dormiam. Para a nova humanidade que surgiu após a infecção da bactéria apocalítica, ele passou a ser o "bicho-papão"... seu nome seria usado em histórias para assustar as crianças futuras. No novo mundo que estava nascendo, os monstros e lendas mudariam... e então ele conclui, triste: "Eu sou a lenda", que são literalmente as últimas palavras que pensa antes de morrer.
Esta conclusão espetacular e arrepiante muda completamente a história de Eu Sou A Lenda que vimos o filme, pois afinal, o personagem de Will Smith não é o "mocinho", e sim o "vilão". O final alternativo presente no DVD até "lembra" um pouco dessa conclusão, ao mostrar um vampiro com sinais de racionalidade, e um Neville arrependido ao se deparar com isso. Ainda assim, é algo bem sutil e muito longe do desfecho sensacional do livro.
Quem quiser ver os dois finais do filme de 2007, clique aqui para assistir (está em inglês e sem legendas, porém são pouquíssimos diálogos).
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